A estreia de Pânico 7 já chegou cercada de expectativa — e também de controvérsia. Durante a premiere em Los Angeles, manifestantes se reuniram do lado de fora do evento pedindo “justiça” para a atriz Melissa Barrera, demitida da franquia em 2023.
Para muitos fãs, o momento trouxe uma mistura curiosa de emoções: nostalgia pelo retorno de Sidney Prescott (Neve Campbell) e desconforto com as polêmicas recentes nos bastidores. Esse contraste acabou transformando o lançamento em algo maior do que apenas mais um filme de terror — virou também um reflexo das discussões atuais sobre artistas, posicionamentos públicos e decisões dos estúdios.
Os protestos foram um dos assuntos mais comentados da noite. Manifestantes exibiam cartazes pedindo boicote ao filme e criticando a Paramount, enquanto outros direcionavam críticas específicas à decisão de desligar Melissa Barrera da produção.
Para quem acompanha a franquia desde os anos 90, a situação mostra como Pânico continua refletindo não apenas o terror nas telas, mas também as tensões culturais fora delas.
Uma volta às origens: Sidney Prescott retorna
Uma das maiores novidades de Pânico 7 é o retorno da clássica “final girl” Sidney Prescott, interpretada por Neve Campbell. Para muitos fãs, isso representa uma tentativa clara de reconectar a saga com suas raízes.
O material promocional aposta em suspense mais tradicional, cortes rápidos e referências diretas aos filmes anteriores — algo que pode agradar quem sentiu que os capítulos mais recentes estavam seguindo caminhos diferentes.
Ghostface, claro, continua sendo a ameaça central, agora aparentemente ligada de forma mais pessoal à vida da protagonista.
Como Pânico 7 se conecta aos filmes anteriores
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Retorno da protagonista clássica Sidney Prescott.
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Continuidade direta do universo iniciado em 1996.
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Reestruturação da narrativa após a saída das protagonistas mais recentes.
Para fãs antigos, isso pode soar como uma volta ao “DNA original” da franquia — algo que costuma gerar curiosidade e expectativas altas.
Reação do público: dividido, mas atento
Nas redes sociais, a recepção inicial mostra um cenário dividido. Enquanto alguns celebram o retorno de Sidney e a sensação de nostalgia, outros ainda demonstram insatisfação com a saída de Melissa Barrera.
Esse tipo de debate não é novo em grandes franquias, mas revela algo interessante: muitos fãs estão tentando separar a obra dos bastidores — uma discussão que tem se tornado cada vez mais comum no entretenimento atual.
❓ FAQ — perguntas rápidas sobre Pânico 7
Por que Melissa Barrera saiu de Pânico?
Ela foi demitida em 2023 após declarações públicas relacionadas ao conflito Israel-Palestina.
Jenna Ortega está no filme?
Não. A atriz deixou o projeto após a saída de Barrera.
Sidney Prescott volta como protagonista?
Sim, interpretada novamente por Neve Campbell.
O filme continua a história anterior?
Sim, dentro da mesma linha cronológica da franquia.
Entre protestos, mudanças criativas e o retorno de uma personagem icônica, Pânico 7 chega tentando equilibrar nostalgia e controvérsia — algo que pode tanto afastar quanto atrair diferentes tipos de público.
E agora queremos saber: você acha que as polêmicas de bastidores influenciam sua experiência como espectador ou o filme deve ser avaliado separadamente? 👇
Fonte: Variety
